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Além do artifício de roubar palavras, uma das artimanhas intelectuais favoritas de esquerdistas e, nos tempos mais recentes, ambientalistas é o anti-conceito. Enquanto ao roubar palavras usa-se uma palavra para dizer o contrário daquilo que ela significa, no anti-conceito cria-se um conceito inválido que em si já destrói qualquer possibilidade de discussão racional sobre o assunto. O anti-conceito "Sustentabilidade" Como diz a célebre frase de Lavoisier, na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Vivemos em um planeta finito, escolha qualquer material que quiser – a quantidade que existe na Terra é limitada. Não se cria algo a partir do nada. Por outro lado, é impossível destruir a matéria. Nada do que se consome é de fato consumido. Todos os materiais continuam lá, embora em outras formas. Estas formas podem nos ser menos úteis, mas os materiais ainda existem. Por um lado, portanto, nada é "sustentável" já que tudo o que existe na Terra existe em uma quantidade finita (embora possamos não conhecê-la no momento). Por outro, absolutamente tudo é "sustentável" pois somos incapazes de criar ou destruir matéria. Então o que diabos quer dizer "sustentabilidade"? Para muitas das coisas que transformamos na natureza há meios conhecidos de retornar algumas das coisas transformadas a seu estado inicial. Se um processo industrial usa água para lavar alguma coisa, esta água pode depois ser filtrada e tratada quimicamente de forma a torná-la igual ao que era antes. É a este tipo de ciclo fechado que ambientalistas se referem quando falam em "sustentabilidade". Seu ideal é que toda a ação humana deixe o ambiente exatamente como era antes. Segundo seus argumentos, esta seria única forma de garantir a continuidade de nossa existência. "Sustentabilidade" é impossível Há vários problemas com a doutrina da "sustentabilidade". Tudo o que existe faz parte do ambiente. Para ser completamente "sustentável", uma dada ação teria de ter como resultado final a mesma situação atual. Ou seja, a única coisa rigorosamente "sustentável" é não fazer absolutamente nada. Observando as ações das organizações ambientalistas, percebe-se que esta verdade está clara para elas. O ativismo ambientalista trata-se essencialmente de impedir que se façam coisas. Não derrubem florestas, não cacem, não pesquem, não construam hidrelétricas, não queimem gasolina, a lista é longa. É evidente que o resultado final de seguir este princípio consistentemente é a inexistência do homem. Alguns ambientalistas são até honestos o suficiente para reconhecer que este é realmente seu ideal. Mesmo que se tolere que o ambiente seja alterado temporariamente, ainda é impossível ser verdadeiramente "sustentável". Se usarmos um filtro para limpar a água, de onde vem o filtro? Se usarmos um material reciclável para o filtro, com que construímos a máquina que o recicla? E o que fazemos com a sujeira que tiramos do filtro sujo? Raízes do anti-conceito "Sustentabilidade" Há três erros fundamentais e de princípio por trás da idéia de "sustentabilidade". O primeiro é a idéia que a natureza tem valor intrínseco, independente de seu valor para o homem. O conceito de "valor" é dependente da existência de um ser capaz de julgar. Para seres irracionais ou objetos inanimados não há valores, apenas fatos. Uma maneira de deixar um ambientalista totalmente embasbacado é, ao ouvir o inevitável "precisamos salvar o mico-leão dourado" (ou a espécie ameaçada do momento) responder simplesmente "por quê?". O mais provável é ouvir uma resposta vaga sobre "biodiversidade" ou sobre utilidades que ainda não descobrimos. A realidade é que na maioria dos casos não há nenhum benefício real em preservar espécies em extinção. As espécies que nos são realmente úteis são as menos "ameaçadas" do planeta. O segundo erro é não reconhecer que meio natural de sobrevivência do homem é alterar as coisas, adaptá-las a si. Ao tratar o homem como algo à parte da natureza, nos condenam por agir como temos de agir, por nossa natureza. A natureza humana é a de indivíduos dotados de razão. Nosso meio de sobreviver é entender a natureza e alterá-la em nosso benefício. Condenar o homem por fazer isto é condenar o homem por viver, tão irracional quanto condenar uma bactéria por produzir gás carbônico ao decompor uma árvore caída na floresta. O terceiro erro é a idéia que a capacidade humana é estática. Quando se fala em "sustentabilidade" sempre se está preocupado sobre se é possível continuar fazendo indefinidamente as coisas como fazemos hoje. A realidade é que a vida humana é de constante progresso. Hoje é trivial fazer coisas que seriam "insustentáveis" cem anos atrás. Mas o progresso da capacidade humana de alterar a natureza depende da liberdade de usar hoje aquilo que temos hoje, da maneira mais produtiva que pudermos imaginar. As três premissas acima estão implícitas no anti-conceito "sustentabilidade", é impossível uma discussão racional sobre a ação humana se esta idéia for admitida. Isto significa então que devemos destruir tudo o que vemos pela frente como um enxame de gafanhotos? É claro que não. A ação humana é resultado do pensamendo racional. Pensar no longo prazo é algo fundamentalmente racional. Também não se pode admitir o dano à propriedade alheia. A verdade é que existem inúmeros motivos racionais para usar com eficiência os recursos naturais, reaproveitar muitos dos materiais que usamos e garantir para nós mesmos um meio saudável e agradável para viver. Não é uma questão de "sustentabilidade" mas sim de tirar o maior proveito possível das coisas. Um conceito válido para substituir um anti-conceito: Produtividade Nada tem valor exceto em relação à vida do homem. Seres racionais são os únicos capazes de fazer juízos de valor e sua vida é a referência em relação à qual os valores são medidos. A ação humana é capaz de transformar a natureza de formas menos úteis para formas mais úteis ao homem. Tal ação cria valor, pois os produtos beneficiam mais a vida do homem que os materiais de que são constituídos. A ação humana também é capaz de destruir valor, quando os produtos valem menos para o homem do que os materiais de que são constituídos. Como, embora limitados, todos os materiais presentes na natureza são indestrutíveis (*), o único limite para a produção é nossa capacidade de transformar os materiais das formas em que os encontramos para a forma que desejamos. O único limite real, portanto, é a capacidade humana. É o esforço humano. Quem realmente se preocupa com o bem da humanidade, ou seja, com o bem de cada um dos indivíduos que a compõe, deve se preocupar não com "sustentabilidade" mas com "produtividade". Não com "preservação" mas com "produção". * Neste artigo foi desprezada a transformação de matéria em energia por ser irrelevante para todos os efeitos práticos. (Fonte: http://www.ocapitalista.com/2008/05/anti-conceito-sustentabilidade.html) Por Malu Gaspar Tradicionalmente, a cada mês de abril o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) dedica-se a uma sucessão de invasões de fazendas e prédios públicos. É uma estratégia que tem se repetido nos últimos 11 anos, no chamado "Abril Vermelho", como forma de relembrar o assassinato de 19 militantes em Eldorado dos Carajás, município do sul do Pará, em um confronto com policiais militares em 1996. Neste ano, os sem-terra apostaram em um novo formato de manifestação para insuflar ânimo e garantir mais impacto ao "Abril Vermelho". O palco escolhido foi a Estrada de Ferro Carajás, no município de Parauapebas, próximo da região onde os militantes foram mortos. O resultado da nova estratégia é a foto que ilustra a abertura desta reportagem: um grupo de sem-terra à frente de uma locomotiva da Vale, imobilizada em meio a um protesto contra o capitalismo, a iniciativa privada e companhias que representam o "neoliberalismo e a globalização". A reação do governo ao golpe de imagem do MST é nula. Mas as empresas, cada vez mais acuadas por ameaças desse tipo, começaram a reagir. Na invasão da Estrada de Ferro Carajás, a Vale acompanhou cada detalhe da mobilização dos sem-terra e deslocou até mesmo um helicóptero com um fotógrafo e um cinegrafista a bordo para registrar o protesto minuto a minuto, com o objetivo de identificar abusos cometidos pelos manifestantes. A reação da Vale mostra uma nova conduta por parte das empresas com relação ao MST: elas decidiram sair da posição de alvo e contra-atacar. Para isso, têm contratado desde espiões infiltrados no movimento até advogados, sociólogos e analistas políticos que conheçam o modus operandi do movimento. A Vale é a empresa que está mais avançada nesse processo. A mineradora sofreu nove invasões nos últimos oito meses, e todas degeneraram em conflitos entre os sem-terra e funcionários. Numa dessas ações, na Estrada de Ferro VitóriaMinas, um operador de locomotiva de 63 anos foi tomado como refém por 12 horas. Noutra, os sem-terra interditaram a Estrada de Ferro Carajás e interromperam o fornecimento de minério por um dia. O prejuízo com as ações do MST foi estimado em 20 milhões de reais. O movimento, frente ao esgotamento de sua causa em prol da reforma agrária, partiu para uma campanha aberta contra a empresa e para defender sua reestatização. "A Vale é campeã em multas e agressões ao meio ambiente. Isso não é um problema só de reforma agrária, mas da humanidade e do povo brasileiro", diz Gilmar Mauro, um dos coordenadores do movimento. A reação da Vale tem sido dura. Seu presidente, Roger Agnelli, afirmou publicamente que as ações do MST eram "atos criminosos praticados por bandidos, que não respeitam a lei nem a democracia". Ciente dos riscos que corria durante o "Abril Vermelho", a Vale conseguiu, na Justiça do Pará, uma decisão inédita, obrigando a União e o governo estadual a agir imediatamente para impedir a ocupação da Estrada de Ferro Carajás em caso de invasão. Só no Pará, seis advogados ficaram de prontidão para acionar a Justiça contra o MST. Mas, escaldada com o freqüente descumprimento dessas ordens judiciais, a companhia acionou também seu grupo de crise, sediado no Rio de Janeiro, e mobilizou mais de 100 funcionários em todo o país para reagir aos sem-terra.
O GRUPO DE CRISE DA VALE, que funciona como uma espécie de central de inteligência da empresa, já atuou em outros episódios de conflitos e ameaças de invasões, como a dos índios xicrim, em outubro de 2006. Desde o ano passado, tem dedicado especial atenção à movimentação do MST. Em março, quando os líderes dos sem-terra anunciaram que se mobilizariam contra a Vale, o grupo passou a se reunir pelo menos duas vezes por dia, ocasiões em que analisaram possíveis alvos, fragilidades no esquema de segurança e principalmente estratégias para conter abusos dos manifestantes. Entre a segunda quinzena de março e a última semana de abril, período crítico das invasões, a sala de crise da empresa no Rio de Janeiro funcionou a todo o vapor. Cerca de 20 funcionários, entre advogados, chefes de segurança, assessores de imprensa e diretores da companhia, participavam de duas teleconferências diárias para rever a situação e tomar decisões sobre o que fazer. Enquanto isso, outro grupo de funcionários percorria as ferrovias e áreas da Vale para detectar ameaças de ataques. Também tem se tornado comum na empresa a troca de informações sobre a movimentação dos sem-terra com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin). "O grupo de crise tem total autonomia para tomar decisões, que não precisam nem mesmo passar por outros níveis hierárquicos da empresa", diz Walter Cover, diretor de projetos institucionais e de sustentabilidade da Vale e responsável pela operação do grupo de crise. Cover, no entanto, não revela que decisões são essas, consideradas estratégicas pela empresa. Apesar de não ser a única companhia sob a mira dos sem-terra, a Vale é uma exceção na forma como trata abertamente do assunto. Para esta reportagem, EXAME entrou em contato com dez empresas que já sofreram algum tipo de ação dos sem-terra. Apenas duas, além da Vale, concordaram em falar sobre o assunto, mas preferiram não ter seu nome divulgado para não provocar reação do MST. "Todas as vezes que falamos contra os sem-terra, uma unidade nossa é invadida", diz o diretor de uma dessas empresas, uma multinacional do setor agropecuário, com presença em todo o Brasil. Segundo ele, a companhia já contratou, no passado, consultorias privadas de inteligência para antecipar as ações do movimento. A princípio eram contratos esporádicos, firmados em momentos mais críticos. Mas as constantes invasões do MST fizeram com que a companhia decidisse implantar, há seis meses, um departamento interno de segurança patrimo nial voltado para o monitoramento de invasões. "Passamos a ter uma preocupação maior em antecipar as invasões e proteger os funcionários. Eles ficam muito assustados quando vêem os sem-terra brandindo foices e facões", diz o diretor. Embora a orientação de não reagir seja unânime, nem sempre isso acontece. Em outubro passado, em Santa Tereza do Oeste, no Paraná, um sem-terra e um segurança da multinacional de sementes Syngenta morreram durante um conflito na invasão de uma estação de pesquisas. Para o filósofo Denis Rosenfield, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul que estuda o MST há oito anos, a adoção de reações truculentas contra os sem-terra é um "equívoco estratégico" para as empresas. "Esse tipo de ação desastrada cria mártires para o MST e tem um efeito bombástico na opinião pública", diz. O confronto com o movimento, para o professor, deveria ser feito justamente da forma que a maioria das empresas tem procurado evitar, ou seja, com a maior transparência possível. "O MST não tem reivindicações que as empresas possam atender. O que eles querem é influenciar a opinião pública. Assim, é preciso brigar no mesmo nível", diz Rosenfield. "Além disso, muitos governantes e até mesmo juízes só agem sob pressão." Desde o início do ano, Rosenfield já foi chamado para dar palestras sobre o MST a uma dúzia de empresas e federações setoriais. "Os empresários querem entender o que é o movimento, como ele funciona, quem são seus líderes e qual a melhor maneira de reagir." Rosenfield diz que a tendência é que as invasões de áreas de empresas privadas aumentem nos próximos anos. Agora, se alinham entre os inimigos dos sem-terra empresas sucroalcooleiras, de pesquisas agronômicas (como Monsanto e Syngenta), da área de papel e celulose (Aracruz) e de mineração (Vale) -- setores que de certa forma se enquadram dentro da lógica do movimento. No entanto, os sem-terra têm ido além e atacado empresas que nada têm a ver com sua bandeira. É o caso da Ambev, que teve uma área invadida pela primeira vez neste ano, ao lado de sua fábrica em Agudos, na região de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Os sem-terra usaram a estapafúrdia alegação de que a empresa polui o aqüífero Guarani, a colossal reserva subterrânea de água que se estende por boa parte das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do Brasil. Oficialmente, a Ambev considerou o protesto um fato isolado sem maiores conseqüências. "Esse é um tipo de ação que só vai se radicalizar daqui para a frente", diz Rosenfield. "Ainda falta compreensão política às empresas para perceber que a melhor defesa, nesses casos, é a reação." É o que resta quando o Estado se exime de exercer sua função de assegurar direitos básicos de pessoas e de empresas. What does it mean to be a man today? How can men consciously express their masculinity without becoming cold or closed-hearted on the one hand… or wimpy and emasculated on the other? What’s the most loving way for a conscious man to express himself? Here are 10 ways to live more consciously as a man: 1. Make real decisions.A man understands and respects the power of choice. He lives a life of his own creation. He knows that life stagnates when he fails to decide and flourishes when he chooses a clear path. When a man makes a decision, he opens the door he wants and closes the doors he doesn’t want. He locks onto his target like a guided missile. There’s no guarantee he’ll reach his target, and he knows this, but he doesn’t need such guarantees. He simply enjoys the sense of inevitability that comes from pushing the launch button. A man doesn’t require the approval of others. He’s willing to follow his heart wherever it leads him. When a man is following his heart-centered path, it’s of little consequence if the entire world is against him. 2. Put your relationships second.A man who claims his #1 commitment in life is his relationship partner (or his family) is either too dishonest or too weak to be trusted. His loyalties are misplaced. A man who values individuals above his own integrity is a wretch, not a free thinker. A man knows he must commit to something greater than satisfying the needs of a few people. He’s not willing to be domesticated, but he is willing to accept the responsibility that comes with greater challenges. He knows that when he shirks that duty, he becomes something less than a man. When others observe that the man is unyieldingly committed to his values and ideals, he gains their trust and respect, even when he cannot gain their direct support. The surest way for a man to lose the respect of others (as well as his self-respect) is to violate his own values. Life will test the man to see if he’s willing to put loyalty to others ahead of loyalty to his principles. The man will be offered many temptations to expose his true loyalties. A man’s greatest reward is to live with integrity, and his greatest punishment is what he inflicts upon himself for placing anything above his integrity. Whenever the man sacrifices his integrity, he loses his freedom… and himself as well. He becomes an object of pity. 3. Be willing to fail.A man is willing to make mistakes. He’s willing to be wrong. He’d rather try and fail than do nothing. A man’s self-trust is one of his greatest assets. When he second-guesses himself by worrying about failure, he diminishes himself. An intelligent man considers the prospect of failure, but he doesn’t preoccupy himself with pointless worry. He accepts that if a failure outcome occurs, he can deal with it. A man grows more from failure than he does from success. Success cannot test his resolve in the way that failure can. Success has its challenges, but a man learns more about himself when he takes on challenges that involve risk. When a man plays it safe, his vitality is lost, and he loses his edge. 4. Be confident.A man speaks and acts with confidence. He owns his attitude. A man doesn’t adopt a confident posture because he knows he’ll succeed. He often knows that failure is a likely outcome. But when the odds of success are clearly against him, he still exudes confidence. It isn’t because he’s ignorant or suffering from denial. It’s because he’s proving to himself that he has the strength to transcend his self-doubt. This builds his courage and persistence, two of his most valuable allies. A man is willing to be defeated by the world. He’s willing to be taken down by circumstances beyond his control. But he refuses to be overwhelmed by his own self-doubt. He knows that when he stops trusting himself, he is surely lost. He’ll surrender to fate when necessary, but he won’t surrender to fear. 5. Express love actively.A man is an active giver of love, not a passive receiver. A man is the first to initiate a conversation, the first to ask for what’s needed, and the first to say “I love you.” Waiting for someone else to make the first move is unbecoming of him. The universe does not respond positively to his hesitation. Only when he’s in motion do the floodgates of abundance open. Man is the out-breath of source energy. It is his job — his duty — to share his love with the world. He must wean himself from suckling the energy of others and become a vibrant transmitter of energy himself. He must allow that energy to flow from source, through him, and into the world. When he assumes this role, he has no doubt he is living as his true self. 6. Re-channel sex energy.A man doesn’t hide his sexuality. If others shrink from him because he’s too masculine, he allows them to have their reaction. There’s no need for him to lower his energy just to avoid frightening the timid. A man accepts the consequences of being male; he makes no apologies for his nature. A man is careful not to allow his energy to get stuck at the level of lust. He re-channels much of his sexual energy into his heart and head, where it can serve his higher values instead of just his animal instincts. (You can do this by visualizing the energy rising, expanding, and eventually flowing throughout your entire body and beyond.) A man channels his sexual energy into his heart-centered pursuits. He feels such energy pulsing within him, driving him to action. He feels uncomfortable standing still. He allows his sexual energy to explode through his heart, not just his genitals. 7. Face your fears.For a man, being afraid of something is reason enough to do it. A man’s fear is a call to be tested. When a man hides from his fears, he knows he’s fallen out of alignment with his true self. He feels weak, depressed, and helpless. No matter how hard he tries to comfort himself and achieve a state of peace, he cannot overcome his inner feeling of dread. Only when facing his fears does a man experience peace. A man makes a friend of risk. He doesn’t run and hide from the tests of fear. He turns toward them and engages them boldly. A man succeeds or fails. A coward never makes the attempt. Specific outcomes are of less concern to a man than his direction. A man feels like a man whenever he faces the right way, staring straight into his fears. He feels even more like a man when he advances in the direction of his fears, as if sailing on the winds of an inner scream. 8. Honor the masculinity of other men.When a man sees a male friend undertaking a new venture that will clearly lead to failure, what does the man do? Does he warn his friend off such a path? No, the man encourages his friend to continue. The man knows it’s better for his friend to strike out confidently and learn from the failure experience. The man honors his friend’s decision to reach out and make the attempt. The man won’t deny his friend the benefits of a failure experience. The man may offer his friend guidance, but he knows his friend must fail repeatedly in order to develop self-trust and courage. When you see a man at the gym struggling to lift a heavy weight, do you jump in and say, “Here… let me help you with that. Maybe the two of us can lift it together”? No, that would rob him of the growth experience — and probably make a quick enemy of him as well. The male path is filled with obstacles. It typically includes more failures than successes. These obstacles help a man discover what’s truly important to him. Through repeated failures a man learns to persist in the pursuit of worthy goals and to abandon goals that are unworthy of him. A man can handle being knocked down many times. For every physical setback he experiences, he enjoys a spiritual advancement, and that is enough for him. 9. Accept responsibility for your relationships.A man chooses his friends, lovers, and associates consciously. He actively seeks out the company of people who inspire and challenge him, and he willingly sheds those who hold him back. A man doesn’t blame others for his relationship problems. When a relationship is no longer compatible with his heart-centered path, he initiates the break-up and departs without blame or guilt. A man holds himself accountable for the relationships he allows into his life. He holds others accountable for their behavior, but he holds himself accountable for his decision to tolerate such behavior. A man teaches others how to treat him by the relationships he’s willing to allow into his life. A man refuses to fill his life with negative or destructive relationships; he knows that’s a form of self-abuse. 10. Die well.A man’s great challenge is to develop the inner strength to express his true self. He must learn to share his love with the world without holding back. When a man is satisfied that he’s done that, he can make peace with death. But if he fails to do so, death becomes his enemy and haunts him all the days of his life. A man cannot die well unless he lives well. A man lives well when he accepts his mortality and draws strength from knowing that his physical existence is temporary. When a man faces and accepts the inevitability of death… when he learns to see death as his ally instead of his enemy… he’s finally able to express his true self. So a man isn’t ready to live until he accepts that he’s already dead. Fonte: http://www.stevepavlina.com/blog/2008/05/how-to-be-a-man/ Fonte: Carbono Brasil - 05/11/07 O aquecimento global não passa de uma farsa montada por grandes grupos financeiros que dominam a economia mundial. E mais: não há indícios científicos que comprovem essa teoria. Ao invés de aquecimento, o planeta começou a entrar numa fase de resfriamento, que deve durar 20 anos. O resfriamento provocará a redução das chuvas, aumento de geadas no sul do Brasil e até 20% de aumento de secas na Amazônia. O autor da polêmica idéia, também defendida por poucos estudiosos é o doutor em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA) e representante da América Latina junto à Organização Meteorológica Mundial, o brasileiro Luiz Carlos Baldicero Molion. Ele esteve em Belém na semana que passou, participando da 5ª Amazoníada. Molion não teme represálias por defender uma idéia que garante ser produto de profundos estudos e afirma que os alarmistas de plantão montaram uma fraude científica cujo objetivo principal seria eleger o ex-vice-presidente norte-americano Al Gore para a Presidência dos Estados Unidos. Gore ganhou no mês passado o Prêmio Nobel da Paz por sua luta contra o aquecimento global. O brasileiro vê contradições na comunidade científica, mas não se diz disposto a encampar 'mentiras' como a do aquecimento global, que, para ele, acabou em 1998, como concordam outros 'cientistas independentes'. E cita o caso de Robert Carter, investigador do Laboratório Geofísico da Universidade James Cook, da Austrália, no simpósio em Estocolmo, na Suécia, no ano passado. Lá, ele comparou resultados obtidos com cilindros de gelo, da Antártida e da Groenlândia, e sedimentos marinhos da plataforma da Nova Zelândia. De acordo com as análises efetuadas, Carter concluiu que o 'aquecimento global' atingiu o pico em 1998. Desde então, há uma tendência de queda das temperaturas médias do planeta. Em termos de radiação (aquecimento) a taxa de aumento entre 1993 e 2005 foi de + 0,33W/m2. Já a taxa de arrefecimento (esfriamento) entre 2003 e 2005 foi de -1,01 W/m2. O oceano de onde foram retirados os sedimentos esfriou entre 2004-2005. Carter afirmou que, hoje em dia, um cientista que faça declarações não alarmistas, como a que ele fez em Estocolmo, já sabe que não terá financiamento para suas pesquisas. Pacífico O termômetro da temperatura global é o oceano Pacífico, que ocupa 35% da superfície terrestre. Ele passa 30 anos aquecendo suas águas e outros 30, resfriando. De 1977 a 1998, o oceano esteve mais quente. Esse período coincide com o aumento da temperatura média do planeta. Mas, desde 1999, o Pacífico dá sinais de que está esfriando. Como o sol também vai produzir menos energia, a conclusão de Molin é uma só: 'Nos próximos 20 anos acontecerá o período de resfriamento da Terra'. A prova de que esse resfriamento já está chegando foi que no sul do Brasil e da América do Sul, o inverno foi extremamente rigoroso entre os meses de julho e agosto passado. Seus colegas que trabalham com pesquisa em agronomia relataram que em locais como São Joaquim (SC), a temperatura na superfície chegou a 12 graus abaixo de zero. 'Como é que se vai explicar para alguém que está havendo aquecimento global se ele pega invernos tão rigorosos como esse?', questiona. Ele mesmo produziu um mapa climático provando que, em média, as temperaturas no Centro e no Norte da Argentina estiveram sete graus abaixo do normal entre julho e agosto. Isto só ocorreu porque está havendo o resfriamento. Por que, então, quem vive na Amazônia, por exemplo, não sente muito essa queda de temperatura? Resposta: ao contrário, o resfriamento tende a reduzir a cobertura de nuvens. Se isso ocorre, entra maior radiação solar e a sensação de quem está na superfície é de temperatura mais alta. Fora dos trópicos, como nos Estados Unidos, Canadá, Europa e Ásia, essas populações irão sofrer mais com o resfriamento nos próximos 20 anos. Em relação ao consumo de petróleo e à queima de combustíveis fósseis no ar, o Brasil é o 16º colocado, porque grande parte do nosso consumo de energia sai de hidrelétricas. Mas, se o país adicionar a isso a queima de florestas saltamos para o quarto lugar, segundo os defensores do aquecimento global. As queimadas na Amazônia, diante disso, produziriam, com o lançamento de gás carbônico na atmosfera, uma contribuição negativa para o mundo. Molin duvida disso. Carbono Mesmo com a destruição de 20 mil quilômetros quadrados por ano de florestas na Amazônia, cerca de dois milhões de hectares, ainda assim a região lança na atmosfera 300 milhões de toneladas de gás carbônico, e não 600 milhões como afirmam entidades internacionais. Esse gás não comanda o clima global, via efeito estufa. E nem o homem pode interferir no clima a ponto de provocar o aquecimento do planeta, como alegam as correntes de cientistas hoje mais badaladas pela mídia. 'Estou comparando o que homem lança na atmosfera com os ciclos da natureza. Se eu pegar os oceanos, os pólos e mais a vegetação do planeta, isto soma um total de 200 bilhões de toneladas de carbono por ano que saem desses reservatórios naturais. O homem coloca no ar seis bilhões de toneladas. Seriam 3% da contribuição humana nisso que muitos cientistas chamam de aquecimento global', avalia. Os interesses econômicos que ele acusa estarem financiando a campanha 'catastrofista' do aquecimento global possuiriam várias formas de atuação. A indústria automobilística é uma delas. O cientista lembra que desde 1870 é conhecido o projeto do carro com motor movido a ar comprimido. 'Você enche um tanque de ar comprimido e o carro anda sem poluir o meio ambiente, ou seja, sem queimar combustível'. Esse projeto, informa o professor, foi reativado recentemente por um francês. Ele desenhou um carro para cinco pessoas que atinge até 100 km por hora e tem autonomia de 300 km com o tanque cheio de ar comprimido. A pergunta que Molin gostaria de ver respondida pelas fábricas de automóveis: por que elas não fabricam em larga escala esse tipo de carro? Ele mesmo responde: 'Porque não possuem qualquer preocupação com o meio ambiente'. Se tivessem, completa, abandonariam a forma tradicional de movimentar os motores de seus carros, toda ela baseada na queima na atmosfera dos derivados do petróleo. O etanol e o biodiesel, como combustíveis limpos, observa, interessam hoje à indústria automobilística para elas criarem uma 'fachada verde', de respeito ao meio ambiente. Com isso, angariam maior simpatia da opinião pública e ainda venderiam mais carros. Que época melhor do que o Dia da Terra para refletir sobre algumas das calamidades que nós humanos temos presenciado acerca do meio-ambiente e de nós mesmos. Seria bom lembrar que até mesmo a melhor das intenções pode revelar-se mortal, quando, na nossa preocupação com precaução, deixamos de contemplar as consequências imprevistas de nossos atos. Milhões de hectares de florestas tropicais estão rapidamente desaparecendo na América do Sul, na Ásia e noutros lugares assim que fazendeiros conseguem limpar os terrenos para o cultivo. Entre os culpados está o subsídio governamental do etanol à base de milho - um suposto antídoto para as alterações climáticas. US$5 bilhões de dólares em subsídios são esperados para este ano, que está levando agricultores americanos a dedicar mais terreno para milho no lugar da soja. Por conseguinte, suas contrapartes em todo o mundo estão limpando a superfície para capitalizar maiores preços para as culturas deslocadas. A cada 30 segundos, uma criança em alguma parte do mundo morre de malária, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Embora seja um tanto evitável e tratável, a doença consome com mais de um milhão de vidas por ano. O principal meio de prevenção é o controle dos mosquitos transmissores da doença. De 12 pesticidas recomendados, o DDT (dicloro-difenil-tricloroetano) é o mais reconhecido amplamente como sendo eficiente. Mas as alegações errôneas sobre a toxicidade do DDT no livro de Rachel Carson Silent Spring levou, em 1972, a Agência de Proteção Ambiental americana a proibir o pesticida, precipitando a suspensão de pulverização em dezenas de países -- e as mortes de dezenas de milhões de pessoas. Dezenas de milhares de motoristas e passageiros têm perecido em colisões por causa das normas de economia de combustível. Especificamente, os mandatos governamentais para melhorar a eficiência do combustível levaram fabricantes de automóveis a produzir carros pequenos com materiais mais leves como plástico, alumínio e fibra de vidro. Mas uma redução de 230 quilogramas no peso do veículo aumentam as mortes em colisões entre 14 e 27 por cento anualmente, de acordo com a Universidade de Harvard e o Instituto Brookings, entre outros. Além disso, veículos com peso inferior a 1000 kg contabilizam duas vezes e meia mais vítimas mortais do que veículos utilitários esportivos pesando 2000 kg ou mais, de acordo com o Institute para Segurança nas Estradas. Um surto de cólera na América Latina matou mais de 10 mil pessoas e deixou até um milhão de outras infectadas após o governo do Peru ter limitado a cloração das fontes de abastecimento público de água -- como exigido pelo Greenpeace e outros ativistas ambientais. A guerra contra o cloro nos Estados Unidos foi estimulada pela Agência de Proteção Ambiental, que erroneamente associou a cloração da água com um aumento do risco de câncer. Milhares de toneladas de maçãs foram deixadas a se degradar e pomares foram perdidos para cumprir as recomendações de relatórios que Alar, um agente comum de amadurecimento da fruta, foi o mais potente causador de câncer composto no abastecimento familiar. O Conselho Americano de Ciência e Saúde posteriormente revelou que uma criança teria de beber 18000 litros de sumo de maçã todos os dias para o resto de sua vida para consumir a mesma quantidade de Alar dados a ratos durante testes para o câncer. Além destes erros trágicos, louváveis progressos foram feitos na melhoria da qualidade ambiental. Mas não basta simplesmente dizer que junto do bom vem o ruim. Os erros de cálculos que custaram tantas vidas eram totalmente previsíveis e totalmente evitáveis. O valor que nos oferecem neste Dia da Terra é como um lembrete para rejeitarmos fanatismos e procurarmos por uma boa ciência na política ambiental; para rejeitarmos o alarmismo e exigirmos fatos nos meios de comunicação, e para resistirmos à noção de que o controle governamental dos recursos naturais é necessariamente mais vantajoso do que o livre exercício dos direitos de propriedade e o direito comum de proteger as belezas naturais que nos são tão valiosas. -- Diane Katz é diretora de risco, ambiente, e estudos de política de energia no Instituto Fraser. Notas: A "Petrossauro", como já dizia o saudoso economista Roberto Campos, descobriu mais um campo de petróleo. A nova área, cinco vezes maior que a descoberta anterior, Tupi, já está sendo considerada a terceira maior do mundo. A Petrobrás, se seguisse o caminho da Vale e fosse privatizada, provalvelmente tornaria-se a maior empresa do mundo, ultrapassando Exxon-Mobil, Shell e Petrochina. Porém, minada por ineficiências, burocracia e um fundo de pensão mal gerido, só lhe resta confiar na sorte que a natureza está lhe apresentando abundantemente.
Está sendo divulgado na internet, e por emails, mais um "hoax" - um alerta falso - sobre um vírus chamado "invitation".
A mensagem é mais ou menos assim: Subject: Urgente..!!!!! A T E N Ç Ã O !!!! .... ! ! ! ! ! ! L E I A M C O M A T E N Ç Ã O ! ! ! ! ! ! POR FAVOR, CIRCULEM ESTE E-MAIL ENTRE AMIGOS, FAMÍLIA E CONTATOS. Fiquem atentos nos próximos dias! Não abram nenhuma mensagem com um arquivo chamado "invitation", independente de quem a enviou. É um vírus que "abre" um tocha olímpica que "queima" todo o disco rígido do computador. Este vírus virá de uma pessoa conhecida que tem seu nome em sua lista de endereços, por isso você deve enviar esta mensagem a todos os seus contatos. É preferível receber 25 vezes esta mensagem, do que receber o vírus e abri-lo. Se receber a mensagem chamada "Invitation" não a abra e apague do seu computador imediatamente! É o pior vírus anunciado pela CNN e classificado pela Microsoft como o mais destrutivo que já existiu. Ele foi descoberto ontem pela tarde pela McKafee e não existe anti-vírus para ele. O vírus destrói o Setor Zero do Disco Rígido, onde as informações vitais de seu funcionamento são guardadas. ENVIE ESTA MENSAGEM A TODOS QUE VOCÊ CONHECE COPIE ESTE E-MAIL E ENVIE A TODOS OS SEUS AMIGOS E LÉMBRE-SE QUE SE FIZER ISTO ESTARÁ BENEFICIANDO A TODOS. Esse alerta, como tantos outros que circulam na internet, é falso e se aproveita da ignorância e ingenuidade das pessoas. A McAfee, não McKafee, não descobriu vírus nenhum, muito menos ontem pela tarde; checando no próprio site da empresa, veremos que este "hoax" foi reportado pela primeira vez em 16 de novembro de 2000! Ou seja, algum americano babaca escreveu essa porcaria para incomodar as pessoas há quase oito anos atrás, e depois algum brasileiro babaca foi lá e traduziu pelo mesmo motivo idiota. É preciso senso crítico para perceber que frases bombásticas como "o pior vírus anunciado pela CNN" e "classificado pela Microsoft como o mais destrutivo que já existiu" são estúpidas demais para ser verdade. Basta procurar a informação nas fontes citadas e ver que essas empresas jamais publicaram, e jamais publicariam uma notícia dessa maneira histriônica. Todo boato e toda mentira são auxiliados por pessoas que simplesmente repassam a informação sem nem parar um segundo pra pensar nela. No caso deste email, os danos se restringem a lixo eletrônico na caixa de entrada de milhões de pessoas e no gasto que as empresas citadas tem com comunicados oficiais desmentindo a informação. Agora, imaginem informações incorretas a respeito de assuntos de suma importância, como política, economia, saúde, etc. As conseqüencias disto sim, são as piores e mais destrutivas que já existiram. A Impacta Mídia está com três novos sócios: Gabriel Hennemann Klaser, Guilherme Filho e Matheus Guimarães. Também temos novo endereço: um escritório na Rua Primeiro de Março 81, Sala 7, em São Leopoldo. Para coroar todas essas mudanças, o site está reformulado! Visite-nos em www.impactamidia.com.
Um garoto de 16 anos matou 6 pessoas em Novo Hamburgo. O caso suscita as mais variadas opiniões, e faz despertar o misto de indignação e perplexidade decorrentes da nossa impotência perante a violência cotidiana que assola este país. Este caso, sem dúvida, é terrível.
Porém, ainda mais alarmante é a opinião de alguém supostamente "esclarecido", como o Promotor de Justiça Eugênio Paes Amorim, que ao Jornal NH declarou o seguinte: "Ele é uma prova de que o crime, muitas vezes, tem fatores biológicos. O sujeito nasce ruim e isso deveria ser provado com o estudo do cérebro desse tipo de pessoa." É impressionante a leviandade desse pronunciamento. O próprio ato de fala do Promotor revela o seu pensamento totalitário: ele não está interessado em descobrir a verdade, em descobrir como é a realidade de fato. Isso percebe-se claramente pela expressão "...isso deveria ser provado...". O autor de um disparate desses não está preocupado em saber se o fato PODE ou não ser provado: ele QUER que seja provado. Ele está deixando transparecer a sua vontade de como deveria funcionar o mundo. Ele deseja que o crime seja reduzido a um ou dois cromossomos ruins, para que assim fique mais fácil de lidar com ele: descobre-se desde cedo quem está predestinado a ser um criminoso, e isola-se o futuro infrator. Quem conhece a sangrenta história do século XX sabe bem aonde leva este tipo de pensamento: a Hitler, Stalin, Mussolini, Mao e seus genocídios em massa. Querer reduzir o homem meramente a sua esfera biológica é transformá-lo numa besta e justamente arrancar dele algo que o difere dos demais animais: a possibilidade de fazer uma escolha moral. A capacidade de transcender as limitações impostas pelo seu corpo e pelo ambiente em que se encontra. Pior do que sofrermos a agressão de um jovem que, por motivos que ainda não compreendemos, se desviou do reto caminho, é saber que temos pessoas com opiniões não só completamente infundadas, mas também historicamente perigosas, ocupando cargos como uma Promotoria de Justiça. Aí sim, estamos em apuros. Sempre que há uma ameaça à continuidade da prosperidade mundial ouve-se que o Capitalismo está em crise. Quando a crise é nos Estados Unidos da América, fonte, inspiração e principal motor do modelo que predomina no mundo atual, isto toma o caráter de verdade inquestionável.Da esquerda esta conclusão toma ares de comemoração, a cada crise vislumbram o colapso previsto por Karl Marx, que levaria finalmente ao glorioso futuro comunista. A cada crise acham que está comprovada sua tese de que o Capitalismo é inviável e destrutivo. Dos supostos defensores do livre mercado ouve-se o medo das conseqüências da crise e uma defesa envergonhada do Capitalismo. Como fez o Reinaldo Azevedo ontem mesmo [1], argumentam que, apesar de suas crises, na média o "modelo ocidental" criou muito mais prosperidade que perdas. A atual crise imobiliária e financeira americana é um excelente exemplo de porque ambos estão errados. Esta crise, como as que a precederam, não é uma crise do Capitalismo por um motivo extremamente simples. Não há Capitalismo no mercado financeiro imobiliário dos Estados Unidos. Empréstimos no Capitalismo Capitalismo é a organização econômica que ocorre espontaneamente quando os direitos individuais à vida, propriedade e liberdade são garantidos a todos. No Capitalismo o governo simplesmente garante o cumprimento dos contratos – trata se da defesa do direito de propriedade. Não ajuda ninguém e não protege ninguém dos riscos que decidiu correr. Um contrato de empréstimo envolve a incerteza de que quem tomou o dinheiro emprestado será capaz de pagar sua dívida. Alguns conseguirão pagar sua dívida, outros não. Quem empresta dinheiro no Capitalismo, portanto, precisa incluir nas taxas que pratica uma margem para cobrir este risco. Este "extra" cobre as perdas com os inadimplentes. Quanto mais incerto o pagamento, maior a taxa praticada. Assim, em uma economia Capitalista, o custo de tomar dinheiro emprestado é diretamente relacionado com o risco de não conseguir pagar. No caso de financiamento imobiliário o próprio imóvel é usado como garantia de pagamento, este risco é significativamente reduzido. Caso o devedor não consiga pagar, o credor pode tomar o imóvel para cobrir toda ou parte da dívida. Esta relação entre risco e custo do empréstimo existe, portanto, porque quem empresta o dinheiro está correndo o risco de não recebê-lo de volta. Se o financiador subestimar o nível de inadimplência, terá prejuízo. Em um ambiente Capitalista, cada um corre os riscos que quiser com sua propriedade – e arca sozinho com as conseqüências dos seus erros. A crise imobiliária Nos Estados Unidos, no entanto, não é isto que acontece. O governo americano, através de mecanismos de incentivo à habitação, provê empréstimos a milhões de americanos a taxas abaixo do mercado. Menos do que o real custo financeiro do empréstimo somado ao valor adicional que teria de ser cobrado para cobrir o risco de não pagamento da dívida. O governo só pode fazer isto por ter uma fonte de riqueza que independe de seu sucesso em recuperar o dinheiro que empresta: os impostos. Em outras palavras, o governo americano toma à força dinheiro de cidadãos inocentes e usa para oferecer a outros americanos empréstimos imobiliários a preços que não garantem o retorno do dinheiro investido. Oferecer empréstimos artificialmente baratos através de programas de incentivo não é a única coisa que o governo americano faz com a riqueza que toma de seus cidadãos. Como os grandes bancos e empresas de financiamento imobiliário são "essenciais para o país", o governo se coloca como garantidor destas instituições – estando sempre pronto a salvá-las quando se encontram em dificuldade. Por exemplo, foram colocados à disposição do grupo JP Morgan 30 bilhões de dólares do governo para cobrir eventuais perdas com a recente compra da Bear Sterns, falida por seus negócios no mercado de financiamento imobiliário. Se o governo oferece empréstimos abaixo de seu real custo mais pessoas buscarão estes empréstimos – assim como quando se abaixa o preço de qualquer outro produto ou serviço. É evidente também que esta demanda adicional por empréstimos é de pessoas que têm maior risco de não pagar suas obrigações. São exatamente aquelas pessoas para quem, sem a intervenção do governo, o empréstimo seria caro demais. O ciclo vicioso Esta demanda adicional tem efeitos imediatos e efeitos de longo prazo. O efeito imediato é aumentar a demanda por imóveis. Todo o contingente adicional que passa a ter acesso a financiamento imobiliário pela intervenção do governo vai buscar casas para comprar, o que necessariamente eleva o preço dos imóveis. Como os próprios imóveis são a garantia dos empréstimos, quem empresta dinheiro enxerga esta valorização como uma redução de risco. Afinal se o devedor não pagar, ele poderá tomar o imóvel valorizado como pagamento. O aumento do preço dos imóveis, causado pelo dinheiro fácil do governo, faz com que todo o mercado de empréstimo reduza sua percepção de risco. Esta redução diminui ainda mais o custo dos empréstimos, o que aumenta mais a demanda por imóveis e aumenta ainda mais seus preços. Este é o mecanismo da chamada "bolha imobiliária". Se o governo não estivesse continuamente injetando no mercado dinheiro roubado, não existiria a demanda artificial que sustenta o ciclo vicioso. Sem a fonte milagrosa de dinheiro fácil que são os impostos, o ciclo nunca teria começado. Como se pode ver, a bolha não resulta do Capitalismo, resulta da falta de respeito ao direito de propriedade. Da falta de Capitalismo. Mas o problema não pára aí. Como o governo americano, além de tudo, está sempre pronto para salvar os grandes bancos e financeiras "para o bem de todos", estas empresas têm um enorme incentivo a correr riscos. Enquanto a bolha persiste, elas ganham fortunas, quando a bolha estoura o governo as salva através de empréstimos de "pai para filho" de centenas de bilhões de dólares. O estouro da bolha A crise atual se iniciou quando as condições de mercado levaram a uma queda dos valores de imóveis, apesar de toda a interferência governamental no sentido contrário. Os financiadores, que contavam com a valorização dos imóveis em suas estimativas de risco, aumentaram suas taxas. Este aumento de taxas levou a um aumento da inadimplência, e conseqüentemente mais imóveis sendo retomados para saldar as dívidas. Ao serem colocados no mercado, estes imóveis retomados contribuem para baixar mais os preços. Em resumo, quando o mercado percebeu que a bolha existia, o ciclo passou a operar na outra direção – desvalorização dos imóveis, aumento das taxas, mais devedores inadimplentes levando à execução de dívidas e mais desvalorização dos imóveis. Conclusão A atual crise americana não é uma crise do Capitalismo. É uma crise de falta de Capitalismo. Se o governo americano não violasse o direito de propriedade de seus cidadãos através dos impostos, não poderia gastar este dinheiro para artificialmente baratear financiamentos gerando uma bolha de preços. Se simplesmente cumprisse sua função legítima de assegurar o cumprimento de contratos, as grandes e pequenas financeiras não correriam riscos irresponsáveis. No primeiro momento as taxas de financiamento imobiliário seriam mais altas, mas não haveria bolha de preços (ou seja, os imóveis em si seriam mais baratos) e não haveria o "crash" que inevitavelmente segue quando se descobre que um setor inteiro da economia está operando com base em uma grande mentira. No longo prazo, a prosperidade verdadeira do Capitalismo tornaria a habitação mais acessível do que em qualquer programa governamental neste falso capitalismo de hoje. E de forma permanente. [1] Blog do Reinaldo Azevedo, "E lá estão eles moralizando a crise do capitalismo...", 19/03/2008. No Brasil existe uma paixão mórbida pela regulamentação da atividade econômica. A frase "isto ainda não está regulamentado" confere um certo desprezo à atividade em questão, como se a ação produtiva das pessoas precisasse de um certificado do governo para ter legitimidade.A mesma frase oculta uma premissa implícita ao sugerir que a regulamentação seja lá do que for é apenas uma questão de tempo. A premissa é de que absolutamente tudo é passível de regulamentação governamental. Este viés é parte da cultura nacional, presente dos grandes veículos de mídia às mesas de bar. Quem nunca ouviu nos noticiários, editoriais e colunas de opinião que uma dada atividade sofre falta de investimentos porque "carece de regulamentação específica"? Quem nunca ouviu em conversa entre amigos que algum serviço ou produto deveria ser proibido, ou obrigatório?
Longe de ser fundamental para o progresso econômico e prosperidade, a regulamentação da atividade econômica é um enorme ciclo vicioso que desvia os esforços das pessoas da produção de riqueza para a disputa política, e desvia o capital do investimento produtivo para a dissipação em lobby, politicagem e corrupção. A própria questão dos investimentos é um excelente exemplo. Não é a ausência de regulamentação que impede investimentos, é a certeza de que a regulamentação virá que torna o investimento antecipado um risco inaceitável. Em países economicamente livres empresários investem fortunas em novos negócios, produtos e serviços sem qualquer aprovação prévia do governo. Investem com base em seu conhecimento do mercado e dos seus riscos: o produto pode não funcionar, as pessoas podem não gostar dele, um concorrente pode ter uma idéia ainda melhor. Nada disso impede o investimento. O investidor e o empresário são capazes de analisar estes riscos, e se preparam para lidar com eles. Em países com governos intervencionistas, no entanto, acrescenta-se um risco maior e de outra natureza: o governo. Este é um risco imprevisível, e não há como lidar com ele. Se um produto não funciona como esperado ou encontra forte concorrência, investe-se mais em desenvolvimento. Se o público não percebe seu valor, investe-se em marketing. Mas se o governo proíbe a venda de seu produto, estipula limites de preço que comprometem seu retorno ou obrigam sua empresa a ajudar seus próprios concorrentes – não há nada que se possa fazer. Diferente de todas as incertezas que fazem parte da natureza dos negócios, a regulamentação governamental é capaz de transformar em fracasso uma atividade produtiva perfeitamente viável. O grande entrave ao investimento em países com governos intervencionistas é o próprio governo. É o fato de que o governo interfere em absolutamente todos os aspectos da economia que faz com que o empresário e o investidor evitem colocar seu capital em qualquer negócio novo. A expectativa da regulamentação iminente é que torna a regulamentação "necessária" para o investimento. É claro que esperar a regulamentação não protege o empreendedor da depredação governamental. Governos intervencionistas não se contentam em interferir nas "regras do jogo", o que já seria ruim. Eles querem definir o resultado. Mesmo em atividades já regulamentadas é comum a mudança de regras. A inibição da inovação, do investimento e dos empreendedores é apenas uma das formas em que a cultura da regulamentação torna-se um ciclo vicioso. As regras em si sempre criam distorções, e a única solução que governo e sociedade conseguem imaginar são mais regras...
Artigo muito legal que meu amigo Marcos Ludwig me passou por email:Por que os esquerdistas odeiam o Rocky Balboa? Porque os esquerdistas odeiam o Rocky Balboa e todos os outros filmes que retratam o triunfo individual Adaptado/traduzido do artigo de Jamie Glazov Há filmes que contrariam a vontade dos figurões do socialismo internacional e retratam o indivíduo como responsável pelo seu próprio destino, minimizando os papéis dos "órgãos reguladores" e "programas sociais" coletivistas, paternalistas e totalitários. Enquanto num mundo livre as pessoas teriam assegurada sua liberdade de buscar a felicidade, num estado socialista estará assegurada a infelicidade de todos (exceto a camarilha que está no poder). Em 1976, o Sylvester Stallone criou e atuou no clássico "Rocky", que ganhou prêmio de melhor filme." Rocky" simbolizou mais do que um mero pugilista simplório. O que seu filme celebrava era o triunfo do espírito humano e da iniciativa individual contra todas as condições adversas. E é justamente isso que enerva os esquerdistas. Muitos deles não conseguem conter a raiva e o profundo desprezo pelo filme. No "Rocky I", testemunhamos as tentativas e tribulações de Rocky Balboa, um boxeador de uma área pobre da Filadélfia. Primeiro, o vemos como um pugilista amador que luta por uns trocados e trabalha como cobrador para um agiota. No final, mesmo ele perdendo a luta final por uma margem mínima de pontuação, ele ainda consegue ser bem sucedido, como lutador e como ser humano. O tema principal do filme não poderia ser mais claro: o indivíduo consegue ser bem sucedido não importam as condições - desde que ele se esforce com determinação e suor. E é aqui que percebemos a primeira pista do porque ser difícil para um esquerdista gostar desse tipo de filme. Esses ideólogos passaram suas vidas inteiras odiando os EUA e vendo esse país como uma "ordem social injusta", politica e economicamente. Eles não conseguem se humanizar o suficiente para reconhecer as dimensões humanas desse filme. Isso seria uma traição à sua fé política. Enquanto uma pessoa normal assiste o filme e se emociona com a simplicidade e o esforço do protagonista, os esquerdistas reclamam da "estrutura de classe" ou outra palavrinha da moda esquerdista qualquer. Eles odeiam o filme pelo que ele é e pelo que ele não é. É como ir a um show de comédia e reclamar que o comediante fica contando piada toda hora e que as pessoas estão rindo demais. Rocky luta contra a burocracia que se mete em tudo O primeiro grande obstáculo do pugilista não é a idade ou a disposição para treinar. São os burocratas intrometidos que, pelo menos inicialmente, negam licensa para lutar e, consequentemente, negam seu direito de buscar sua felicidade pessoal. Eis o diálogo que retrata isso: Rocky Balboa: Ei, cadê os meus direitos? Burocrata da Comissão Atlética Estadual: Que direitos você pensa que está se referindo? Rocky Balboa: Direitos, como aqueles que estão escritos naquele documento oficial ali na rua. Burocrata: Aquela é a Carta de Direitos. Rocky Balboa: Sim, sim. Carta de Direitos. Ali não diz algo sobre correr atrás do que te faz feliz?Burocrata: Não, é a busca da felicidade. Mas o que isso tem a ver? Rocky Balboa: Tem a ver é que eu estou buscando algo e ninguém parece muito contente com isso. Burocrata: Mas... nós estamos cuidando dos seus interesses. Rocky Balboa: Eu agradeço, mas talvez vocês estejam cuidando dos interesses de vocês um pouco mais do que os meus... Quero dizer, talvez vocês estejam fazendo o seu trabalho mas por que vocês têm que me impedir de fazer o meu? Pois se alguém está disposto a batalhar para chegar à uma posição, quem tem o direito de impedir? Talvez alguns de vocês fez uma coisa e nunca terminou, algo que queriam muito fazer, algo que nunca contaram a ninguém, alguma coisa... e dizem à vocês "não", mesmo depois que vocês pagaram o que deviam? Quem tem o direito de dizer isso à vocês? Ninguém! É o seu direito de seguir sua própria cabeça, ninguém tem direito de dizer "não" depois que você fez por merecer o direito de chegar onde você quiser e fazer o que você quiser! ... Quanto mais velho eu fico, mais coisas eu tenho que deixar para trás, essa é a vida. A única coisa que eu peço à vocês que deixem para mim... é o que é direito. Viver a vida como esquerdista é como uma tortura porque eles praticamente tentam negar todos os impulsos naturais o tempo inteiro e tentam suprimir esses impulsos nos outros. Na verdade, as esquerdas sempre viram o ser humano como uma entidade moldável a ser conformada segundo um padrão. Foi isso que Rousseau e Marx propuseram e o experimento comunista tentou praticar. Não é mistério nenhum, portanto, que a mera menção do Rocky Balboa cause convulsões histéricas nos esquerdistas. Vejamos o tema homem-mulher que o filme retrata. Rocky representa um cara duro na queda e isso raramente é visto na cultura popular de hoje em dia. Por causa do politicamente correto, está havendo uma feminização da cultura. Os heróis proclamados pelo politicamente correto estão começando a parecer frutinhas e Rocky Balboa viola o código esquerdo-fascista que tira do homem o direito de ser macho. As partes mais bonitas do filme são quando o Rocky conversa com a Adrian sobre a vida de um homem. Ele fala da necessidade de enfrentar os desafios, de sua vulnerabilidade e seus medos. Quantas vezes isso foi retratado na cultura popular recente? Nunca mais ouvimos falar disso. No âmago do sonho esquerdista está a destruição dos gêneros, já que os papéis de homem e mulher são vistos como uma construção social opressiva. Portanto, não é de se admirar que, um cara musculoso, que tem que ser "macho" e entrar no ringue, enfureça tanto as esquerdas. Segundo as feministas cooptadas pela esquerda, a presença de um homem musculoso é um ataque às mulheres. A exibição de um personagem heróico, agressivo e determinado tem tudo a ver com ideologia política e com a noção de "masculinidade" sendo imposta aos homens para a desvantagem das mulheres - segundo o credo esquerdo-feminista. É de se imaginar como será quando essa apregoada igualdade chegar. Homens vão entrar no ringue sem nenhum músculo, só com pelancas e banhas. Talvez, na verdadeira utopia, em vez de vestirem calções e tênis de boxe, os lutadores entrarão no ringue de tanguinhas e saltinhos altos. É claro que para esses esquerdo-feministas vai ser preferível que o boxe nem exista. E, provavelmente, que os homens não existam também. Outro ponto intragável para os esquerdistas é a maneira como Rocky e Adrian se amam. Rocky repete para Adrian que ele é um homem e tem que fazer o que um homem deve fazer. Adrian concorda, apesar de suas reservas, em apoiá-lo e ficar ao seu lado - porque ela é uma mulher. É uma relação muito amorosa, difícil de se ver hoje em dia. Rocky tenta fazer com que ela se sinta como uma mulher - algo que ela tinha escondido dentro dela. Ela se escondia por trás de suas roupas e seus óculos. Há uma cena em que ele tira os óculos dela, rompendo os limites que continham sua feminilidade. E eles se beijam pela primeira vez. É nesse momento que vemos a sedução de uma mulher por um homem - esse ingrediente atemporal e glorioso da nossa condição humana. Mas quando um esquerdo-feminista assiste isso, bem, eles ou elas odeiam esses temas. Eles querem acabar com essas realidades. Além do aspecto de gênero, "Rocky" trangride a fé "progressista" na ausência de oportunidade econômica e social do capitalismo "opressivo". Rocky consegue uma chance de subir na vida. A esquerda simplesmente odeia isso. Mas Stallone celebra o fato de que em um país capitalista, as pessoas têm chances e podem ser bem sucedidas em suas iniciativas. A chave é que Rocky atinge sua meta individualmente. É ele contra tudo. Assim vemos o triunfo do indivíduo e do espírito humano. Para a esquerda, os indivíduos devem ser apagados e o espírito humano simplesmente não existe. Para eles, Rocky é um filme ruim e opressivo que "perpetua a desigualdade" porque o protagonista atinge o sucesso individualmente. Para uma verdadeira "justiça social", eles dizem que a revolução deve ser feita por uma "vanguarda coletiva". Eles ficam agonizando o tempo todo sobre o porque de ninguém (isto é, os outros) compartilhar tudo. Eles negam que há realidades universais que nenhuma sociedade será capaz de mudar ou apagar. A crítica esquerdista clássica do filme "Rocky" é que ele retrata o desejo de superar as possibilidades limitadas que o capitalismo supostamente impõe sobre as classes mais pobres. Esse desejo é individualista e, de acordo com eles, tende a reforçar o fundamento do sistema e legitimiza a "ideologia capitalista" por sugerir que aqueles que conseguem se elevar da classe operária são melhores, mais desenvolvidos individualmente do que seus colegas. Em outras palavras, "Rocky" viola o credo esquerdista de como a luta contra a pobreza no capitalismo deve ocorrer coletivamente, e não individualistamente. Se um regime socialista conseguisse atingir seu objetivo, existiriam filmes como Rocky? Certamente não, pois nenhum regime ia querer mostrar a ascensão de um ser humano. No lugar disso, os filmes mostrariam os operários trabalhando nas fábricas dia após dia. Chato demais. Rocky vai ao ringue na noite anterior à da luta. Ele confronta o seu medo. Então ele se volta para Adrian e diz saber que vai ser derrotado. Mas diz que quer ficar de pé até o décimo-quinto round. Seu sonho e sua esperança é apenas agüentar de pé ... Aguentar as porradas que a vida dá No último filme da série, "Rocky Balboa" (conhecido como Rocky VI), Rocky decide lutar com o atual campeão mesmo já cinquentão, em idade de se aposentar, para poder, com isso, enfrentar e vencer seus dilemas interiores. Um dos diálogos de Rocky com seu filho, que tentava convencê-lo de não lutar, ilustra como a luta deve ser individual e espiritual em vez de coletiva e materialista: "Deixe-me dizer uma coisa que você já deve saber. O mundo não é ensolarado e cheio de arco-íris. É um lugar muito rude e traiçoeiro que vai lhe deixar de joelhos e fazer você ficar de joelhos pra sempre se você deixar. Nem você, nem eu, nem ninguém dá porradas mais fortes do que a vida. Mas não importa o quão forte é a porrada que você dá; o que importa é quanta porrada você pode tomar e continuar marchando. Quanto você consegue aguentar e continuar seguindo em frente. É assim que se vence. Agora, se você sabe o quanto você vale, então vai lá e lute pelo que você merece. Mas você tem que estar disposto a aguentar a porrada, e não ficar apontando o dedo dizendo que você não consegue por causa dele, dela ou de ninguém. Você é melhor do que isso!" A maioria dos que já passaram por dificuldades na vida sabe o que é isso e entende. É difícil colocar em palavras, porque de certa maneira, isso é transcedente. Mas na luta pela vida contra todas as condições adversas, com todo o suor e as lágrimas, muitas vezes a única coisa que queremos é terminar de pé. Tem a ver com orgulho, medo e coragem. E é aí que "Rocky" toca as pessoas. E quando a luta com o Apolo Doutrinador acaba, a Adrian chega ao ringue e perde seu gorro. E Rocky, que acabou de lutar a maior luta de toda sua vida, que enfrentou seu medo, e com a cara toda quebrada, só faz perguntar "Cadê o seu chapéu ?" Isso mostra a importância essencial da simplicidade e da afeição de um pelo outro. Rocky esquece de si mesmo porque sua batalha já terminou, e seu próximo passo é se importar com uma outra pessoa. Ele já fez o que tinha que fazer e a partir dali era hora de cuidar da Adrian. É como na vida: a pessoa tem que cuidar de si e, depois de se superar, doar de si para outro ser humano. Não importa quantos experimentos de engenharia social sejam tentados, eles nunca mudarão o que o ser humano realmente é: imperfeito, lutando contra as condições contrárias, perdendo e ganhando, chorando e rindo, se protegendo e se arriscando. Isso diz muito mais do que o sonho canibalístico e mutilante do Socialismo. O personagem Rocky Balboa, com sua humanidade e coragem, nos lembra disso. (Fonte: http://pensadoresbrasileiros.blogspot.com/2007/08/por-que-os-esquerdistas-odeiam-o-rocky.html) O Dia Internacional da Mulher é celebrado em 8 de Março. É um dia comemorativo para a celebração dos feitos económicos, políticos e sociais alcançados pela mulher.A ideia da existência de um dia internacional da mulher foi inicialmente proposta na virada do século XX, durante o rápido processo de industrialização e expansão econômica que levou aos protestos sobre as condições de trabalho. As mulheres empregadas em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos em 8 de Março de 1857 em Nova Iorque, em que protestavam sobre as más condições de trabalho e reduzidos salários. Existem outros acontecimentos que podem provar a tese como o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, que também aconteceu em Nova Iorque, em 25 de março de 1911, onde morreram 146 trabalhadoras. Segundo esta versão, 129 trabalhadoras durante um protesto teriam sido trancadas e queimadas vivas. Este evento porém nunca aconteceu e o incêndio da Triangle Shirtwaist continua como o pior incêndio da história de Nova Iorque. Muitos outros protestos se seguiram nos anos seguintes ao episódio de 8 de Março, destacando-se um outro em 1908, onde 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque exigindo a redução de horário, melhores salários, e o direito ao voto. Assim, o primeiro Dia Internacional da Mulher observou-se a 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos da América após uma declaração do Partido Socialista da América. Em 1910, a primeira conferência internacional sobre a mulher ocorreu em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, e o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido. No ano seguinte, esse dia foi celebrado por mais de um milhão de pessoas na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça, no dia 19 de Março. No entanto, logo depois, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 140 costureiras; o número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Além disto, ocorreram também manifestações pela Paz em toda a Europa nas vésperas da Primeira Guerra Mundial. Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher serviram de estopim para a Revolução russa de 1917. Depois da Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo num dia oficial que, durante o período soviético permaneceu numa celebração da "heróica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a sua vertente política e tornar-se-ia numa ocasião em que os homens manifestavam a sua simpatia ou amor pelas mulheres da sua vida — um tanto semelhante a uma mistura dos feriados ocidentais Dia da Mãe e Dia dos Namorados. O dia permanece como feriado oficial na Rússia (bem como na Bielorrússia, Macedónia, Moldávia e Ucrânia), e verifica-se pelas ofertas de prendas e flores dos homens às mulheres (quaisquer mulheres). Quando à Checoslováquia integrou o Bloco Soviético, esta celebração foi apoiada oficialmente e gradualmente transformada em paródia — ver MDŽ. No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, mas esmoreceu. Foi revitalizado pelo feminismo na década de 1960. Em 1975, designado como o Ano Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas começou a patrocinar o Dia Internacional da Mulher. Então, um abraço para todas as mulheres, especialmente para a minha!!!
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O homem é um animal racionalComo todos os seres vivos, o homem necessita de certos valores para sobreviver, mas ele é o único que precisa escolher os valores necessários para sua vida, porque estes não lhe são dados de forma automática. Sua habilidade de experimentar o mundo ao seu redor e compreendê-lo pelo uso da razão dá ao homem a capacidade de entender os valores que sua vida requer, e então adquirí-los. Cada valor que nós usufruímos na nossa existência confortável e civilizada é o produto da aplicação da mente de um homem à realidade. Não existe "mente coletiva" Todo esforço criativo, cada invenção na história, foi criada pelo esforço mental de indivíduos. Algumas vezes eles trabalharam juintos, e seu conhecimento foi aumentado pelo trabalho de predecessores, mas cada avanço que eles fizeram foi por conta própria. A mente não pode ser recebida, compartilhada ou emprestada. O homem precisa de liberdade para viver Para viver, o homem precisa adquirir os valores necessários para sustentar sua vida. Para adquirir valores, o homem precisa ser livre para pensar e para agir de acordo com seu julgamento. Restrições na liberdade forçam o homem a focar não na realidade absoluta, mas nas idéias arbitrárias dos outros. Em uma sociedade livre, um homem pode escolher não se associar com aqueles que nã |